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sábado, 16 de abril de 2011

Física e Esporte (Fórmula 1 - Automobilismo)


Dentro dos esportes encontramos vários tipos de movimento, varias velocidades de movimento através do homem ou da maquina. Neste post vamos falar da segunda opção. A maquina, neste caso, é um belo e veloz carro de Fórmula 1. Um dos esportes que mais queridos no mundo onde o movimento ocorre em alta velocidade.


A Física já começa mostrar sua força na largada, quando a velocidade dos carros é ainda muito baixa, pois eles partiram de um estado de repouso. Com velocidade pequena, o ar que corre por baixo do veículo é muito lento. Como conseqüência, a pressão sobre o carro não é suficientemente grande para mantê-lo estável na pista (esta pressão sobre o carro é tratada como downforce pelos especialistas). Associado com a super-tração fornecida pelo motor, o carro patina de um lado para o outro. Repare nisso no momento da largada!


 
Outro ponto, o carro "sofre ataque" de acelerações de até 5g no momento em que faz uma curva a alta velocidade
Valor tão razoável, que na freada, ao final de uma reta, lágrimas do piloto podem sair espontaneamente e atingir o visor do capacete. A tontura e perda de sentido são, também, reflexos de acelerações ou desacelerações intensas.
Um carro de F1 atinge, aproximadamente, 156 Km/h apenas de primeira marcha. Gasta ao redor de 15,2s para ir de 0 a 320 Km/h. Em algumas equipes, a inclinação da asa traseira é ajustada automaticamente, para se adaptar à força de arrasto e agir bravamente para que o carro não vire um avião no meio de uma curva.
A força de arrasto é aquela responsável por "segurar" o carro enquanto ele se desloca. Uma duplicação na velocidade do carro implica numa força de arrasto quatro vezes maior. É como se o ar “colocasse as mãos” sobre o carro o mantendo no chão. Esta força é proporcional à velocidade. 
 Agora dá pra entender sobre o que falam os comentaristas do Globo, não é? :p




link utilizado: http://www.vestibulandoweb.com.br/fisica/vestibular-carro-formula-1.asp

segunda-feira, 11 de abril de 2011

MOVIMENTO EÓLICO

Para primeiro post sobre movimento vamos falar sobre o movimento eólico. O movimento causado pelo ar. O termo eólico vem do latim Aeolicus, pertencente ou relativo à Éolo, deus dos ventos na mitologia grega e, portanto, pertencente ou relativo ao vento. A energia eólica tem sido aproveitada desde a antigüidade para mover os barcos impulsionados por velas ou para fazer funcionar a engrenagem de moinhos, ao mover suas pás.







Na atualidade utiliza-se, ainda, para mover aerogeradores - moinhos que, através de um gerador, produzem energia elétrica. Precisam agrupar-se em parques eólicos, concentrações de aerogeradores necessárias para que a produção de energia se torne rentável.


A energia eólica está sendo muito utilizada nos últimos anos, por que é um tipo de energia renovável, isto é, vem de recursos naturais e não gera poluição – é uma “energia limpa”. Mas a energia produzida por esse meio ainda é uma pequena parte da consumida pelos países desenvolvidos


Em 2009 as Praias de Parajuru, no Ceará, ganharam um belo Parque Eólico: Parque Eólico Praias de Parajuru.
Com a inauguração desse parque, em Beberibe, o Ceará passou a ser o estado brasileiro com maior capacidade instalada em geração de energia elétrica por meio dos ventos, com mais de 150 megawatts (MW). Instalada em uma área de 325 hectares, localizada a pouco mais de cem quilômetros de Fortaleza, a nova usina passou a funcionar com 19 aerogeradores, capazes de gerar 28,8 MW.


TIPOS DE TURBINAS EÓLICAS

Turbinas eólicas de eixo horizontal: podem ser de uma, duas, três, quatro pás ou multipás. A de uma pá requer um contrapeso para eliminar a vibração. As de duas pás são mais usadas por serem fortes, simples e mais baratas do que as de três pás. As de três pás, no entanto, distribui as tensões melhor quando a máquina gira durante as mudanças de direção do vento. As multipás não são muito usadas, pois são menos eficientes.





E O QUE ACHARAM DESSE POST?